Uma parte dessa entrevista é apresentada sob este título:
Qualquer um de nós recusa os gastos desmedidos, especialmente se foram públicos, mas acontece que a frase, tal como é transcrita, é a seguinte:
"(...) ter instituições capazes de fazer uma auto-avaliação é desejável, o BdP será sempre a favor disso, mas é preciso que as pessoas também saibam enquadrar esse exercício num exercício cívico que não seja meramente... de delapidação pública".A "delapidação pública" é um conceito interessante, que podia perfeitamente estar na boca do distinto governador do Banco de Portugal, pois congrega
- o que alguns políticos de esquerda, o governo e a imprensa estão a fazer (merecidamente) a Carlos Costa, que é uma espécie de lapidação (apedrejamento) pública,
- a sua atitude descontraída perante a delapidação (esbanjamento) do património e da riqueza dos portugueses, a que todos temos assistido e que é pública e notória (exceto para a casta a que Carlos Costa pertence).
Oportuníssimo, este soletrar marcado, sobretudo para os aprendizes de jornalistas e para os leitores apressados, habituados à vertigem do feicebuque...
ResponderEliminarParece-me bem que meteram a pata na poça.
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