Mateus
Somos recebidos pela sereia de Cutileiro que, despudorada, se oferece aos visitantes. Em segundo plano, o palácio barroco mostra-se, ufano no seu mau gosto.
Nem o dia luminoso evita que pense em coisas que envergonham a minha alma transmontana. Mateus é uma delas. Outra é uma certa mesquinhez das gentes.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Esteja à vontade para comentar. E escreva na língua que lhe apetecer, mas escreva bem!