sexta-feira, 10 de julho de 2015

Páginas imortais 75: o que diz Tintin

Em 1968, estava eu quase a completar os meus 5 anitos, nascia uma revista que, mesmo tendo desaparecido (em 1982), me acompanhará até aos 77 anos, e mais além, se eu fizer dieta, deixar o álcool e mudar de profissão. Não sei exatamente quem era Jaime Mas, o diretor, mas o chefe de redação chamava-se Dinis Machado. Sim, esse Dinis Machado. Mais tarde, Vasco Granja herdaria o lugar. Sim, esse Vasco Granja.
O primeiro número começava assim.



A capa era assinada por Ploeg e a primeira história era de Ringo (A cidade do medo, desenhada por William Vance e escrita por Jacques Acar). Ainda se escrevia «pròpriamente» - estão a ver porque acho ridículos os velhadas que se armam em patriotas e vociferam contra o Acordo Ortográfico de 1990, afirmando que hão de escrever sempre como aprenderam? Eles sabem lá como aprenderam! -, mas já se discutia o «problema Tintin».

Quinze anos depois, acabava. Koniec? Não: reler os números antigos da minha coleção é um prazer infinito. Incluindo o cheiro daquelas folhas de papel e os diálogos de histórias que já sei como vão acabar, mas são quase sempre uma surpresa.



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