Um caminho
Passo 2: reorganizem-se!
Dois anos são suficientes para um debate sério, mas intenso. Com linguagem "back to basics", sem a monótona e palavrosa gíria tecnocrática das diretivas e resoluções europeias. O objetivo é elaborar um novo Tratado. Ponto.
Sábios e comuns, todos têm opinião e ideias; e todos devem ser, com frequência, chamados a decidir, em referendo ou doutras formas, sobre princípios fundadores: uma Europa dos cidadãos, dos Estados, das Regiões, de tudo ao mesmo tempo? Que Estado Social Europeu? Que modelo político-institucional para governar esta Europa? Que regras para as finanças públicas? O que deve ser comum e o que deve ser local? Etc., etc.
Não sei, nem interessa agora, que ideias serão discutidas nem o que resultará desta etapa. Quando houver uma proposta, no final de 2017, exige-se nova consulta aos cidadãos e aos Povos, perguntando duas coisas:
(a) concorda ou não com o Novo Tratado, com a Nova Europa?
(b) quer ou não ficar dentro de uma Europa assim?
Deve ser-se claro: ficam os países que quiserem ficar. Mas ficam proibidos "alargamentos" ou "saídas", no mínimo, por duas décadas.
(Fim)

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