sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Histórias de corvos

Open here I flung the shutter, when, with many a flirt and flutter,
In there stepped a stately Raven of the saintly days of yore;
(The Raven, original de Edgar Allan Poe)
Abro a janela, e de repente, vejo tumultuosamente
Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.
(Tradução de Machado de Assis)
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
(Tradução de Fernando Pessoa)


Fred (Frédéric Othon Théodore Aristidès, n. março de 1931 em Paris, filho de imigrantes gregos; m. abril de 2013)  também gostava muito de Corvos.

Eis duas páginas de histórias inesquecíveis: L'histoire du corbac aux baskets (Dargaud, 1993; A história do corvo de ténis, Meribérica-Liber, 1995) e Le Journal de Jules Renard Lu par Fred (Flammarion, 1988; O Diário de Jules Renard Lido por Fred, Bertrand, 1989).




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