A entrevista de Anabela Mota Ribeiro com José-Augusto França e Eduardo Lourenço, que está hoje na Revista 2, do Público, fica para leitura mais demorada, quiçá na viagem da próxima semana de Maputo para o Porto.
Hoje fica só a referência e o alerta, porque os dois são gente que pensa, e por isso em conjunto devem pensar muito melhor. E são gente de outros tempos, mas também dos nossos. E dos futuros, com certeza. E porque são amigos, que se divertem como rapazes e usam expressões como "assaz esdrúxula" e "deveras fatigado".
Chega para abrir o apetite?
Não há grandes tiradas ou reflexões: "Viver sempre, também cansa", como dizia J. G. F. .
ResponderEliminarMas é um diálogo interessante, entre dois amigos de vida cheia, e que se lê com prazer.
Ainda nao li... Isso foi um spoiler...
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