quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Édith Giovanna Gassion, dita la Môme Piaf

Passam hoje 50 anos da sua morte, o que é um pretexto tão bom como qualquer outro para a ouvir cantar.
E devemos ouvi-la sempre, muito. Acho-a uma figura um tanto insuportável, mas isso não afeta a minha admiração pelo seu canto de pardal. A chanson salva-a de ser um dos meus ódios de estimação.




2 comentários:

  1. Não concordo muito com o seu "canto de pardal", vou mais com Sena que dizia: "esta voz que sabia fazer-se canalha e rouca...", talvez um pouco, e de vez em quando, casquinada, do meu ponto de vista. Não a registei, ontem, "no sítio do costume", mas gosto de a ouvir, de quando em vez. E "Milord" é das minhas favoritas, talvez porque passe a mão pelo pêlo do macho latino...

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    1. Como a dos pardais, a voz dela torna-se um pouco irritante ao fim de meia hora. Convém descansar. Volta a ouvir-se passado uma hora ou passado um dia...
      O pardal é efetivamente um pouco forçado, mas está ali porque piaf pode significar, em França, pardal (moineau), ou um passarito parecido. Como sempre ouvi a imprensa referir-se a EP como "o pardal"...

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