Ελευθερία ή θάνατος é daquelas frases que facilmente descodificamos no tradutor do Google e diz muito sobre a História dos Povos.
Embora não sobre nenhum Povo em particular, porque, mais coisa menos coisa, todos passam pelas agruras da luta pela Liberdade. Não é preciso procurar muito para encontrar um opressor, muitas vezes estrangeiro ou de outra religião, que tanto dá até que a malta solta aquele grito. Vejam a Europa de hoje. Vejam a Grécia. Vejam Portugal. Lá temos, por exemplo, os da greve geral, que tanto hão de fazer que havemos um dia de os escorraçar (acho que pensavam que eu ia falar da Merkel).
Liberdade ou Morte é também o título da tradução portuguesa do livro que hoje recomendo, de Nikos Kazantzakis (Νίκος Καζαντζάκης, claro!). Estou a ler aquela versão distribuída pelo jornal Público na coleção sobre autores que nunca ganharam o Prémio Nobel da Literatura (ao contrário de Winston Churchill e José Saramago):
E que romance! Sangue a correr e cabeças a rolar. Gregos (de Creta) e turcos a odiar-se e a espezinhar os judeus pelo caminho. Mariquinhas e homões. Fêmeas esplêndidas e mulheres de pelo na venta. Os tolerantes e os fanáticos. A geoestratégia global e a luta pelas aldeias. A saudável vida ao ar livre. O queijo, azeite e o vinho.
E tudo escrito com um humor fino, daquele que, en passant, nos deixa aparvalhados.
Tudo isto porque hoje de manhã passei por uma frase do livro que reza assim:
Isto hoje ficou um tanto ou quanto circular. Só queria elogiar um grande livro e meter umas palavras em grego. Quanto ao Papa, não resisti à tentação do círculo vicioso. Pois...
"O céu tornara-se surdo, decerto Deus mudara de religião."
E , ao ver o Papa de Roma a falar em África sobre SIDA, compreende-se porquê.
| Se. Bento XVI: um problema estético. |
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| (El Jueves) |

não resisti a adulterar uma das fotos...envio pelo g+
ResponderEliminarJá vi. É o sítio que estou a pensar?
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