terça-feira, 27 de junho de 2017

O máximo.

Tudo começou com o famoso “O que se fez foi o máximo que se podia fazer. Não era possível fazer mais” do Professor Marcelo. E com as lágrimas dos governantes, que apareceram com as TV. Mas as notícias vão chegando e não entendemos nada: isto é o máximo que se podia fazer? Receio que ainda vão aparecer as confirmações de alguns suicídios, estragando esta bela narrativa que já tinha encontrado dois culpados: Passos Coelho e o SIRESP.


(Cabeçalhos retirados da série de notícias sobre o fogo em Pedrógão Grande, no Observador).

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