sexta-feira, 5 de maio de 2017

Novas experiências 2

Retomando o que ontem escrevi sobre Bruxelas estar de cada vez mais flamenga e difícil de entender.
Quando cheguei, ao registar-me no hotel, até pensei que isso de ser a capital da região Vlaanderen, além da capital do reino belga, tinha muitas vantagens. Entrei com o meu francês arraçado do Alto Douro, identifiquei-me, e o rececionista mudou imediatamente de registo linguístico, respondendo em flamengo. Ó, que maravilha: entendi tudo! Só passados uns segundos reparei que o facto de se chamar Bruno* e ser alentejano explicava a facilidade de comunicação.
Nas ruas não é assim. Há de cada vez menos publicidade e informação em francês, por comparação com o holandês da Bélgica.


(*) Para proteger a privacidade da pessoa em causa, o nome foi alterado. Na realidade chama-se Hugo, e foi impecável.



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