quinta-feira, 27 de abril de 2017

Ser português

Ser português é gritar que Schäuble, o "alemão inválido", não tem o direito de se imiscuir na vida e nas escolhas dos portugueses e, ao mesmo tempo, criticar os americanos por votarem em Trump ou atacar Marine Le Pen e os seus eleitores.

É dizer, com desprezo e com ar sério, que os assassinos das claques do (preencher com nome do clube rival) não representam os adeptos de futebol e que deviam ser todos sodomizados a frio por um gorila vesgo.

E é dizê-lo, cantando, a toda a gente.






 

2 comentários:

  1. Tenho que lhe agradecer a citação.
    Mas não posso deixar de apreciar este garrafão genuinamente português, obra de arte inspirada, que deixa a milhas de distância alguns trabalhos da Sra. Joana de Vasconcelos.
    Quanto a mortes associadas a desporto, não as compreendo nem posso aceitá-las.

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    1. A citação saiu-me de alguma coisa que estava aqui recalcada, e foi muito deselegante. Tenho que lhe pedir que me perdoe, e já fiz uma alteração. Mas continua a chocar-me a facilidade com que se aponta para alguma característica física de alguém, especialmente porque, neste caso, resultou de uma tentativa de assassinato.
      Quanto aos futeboleiros, o que eu quero dizer é que em todos - todos - os apreciadores desse (como de outros) desporto há um grunho. E eu sou apreciador.

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