sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sobre o jornalismo e seus derivados

Na sua crónica de hoje, no Público, António Guerreiro escreve um texto «ainda motivado pela identificação de uma “nova ignorância”, feita por José Pacheco Pereira». E é lapidar, pelo menos nestes pouco mais de cento e quarenta caracteres.

In: Sobre o jornalismo e seus derivados (António Guerreiro, Público, 13-01-2017)


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Nota: "opinão" é um erro que temos que desculpar, já que se trata do Público, o jornal que é a favor das consoantes mudas mas se está a cagar para as vogais.

3 comentários:

  1. Uma boa e pertinente crónica, que também já tive o gosto de ler.

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    1. Andam muito preocupados, os nossos intelectuais. Creio que deram conta que os seus "públicos" começam a não distinguir um tuíte do Trump ou um desabafo do Zé do Boné de uma laboriosa teoria de Pacheco Pereira ou de António Guerreiro. A diferença entre as duas escolas de pensamento é que a de AG admite que a responsabilidade talvez não seja dos "públicos", enquanto que na cabeça do soberbo PP pairam os fantasmas da incompreensão pelo seu génio.

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    2. Mas acrescento: AG também não escapa à arrogância e falta de mundo dos intelectuais de pacotilha que povoam os nossos média, ao considerar um fenómeno, que não é de agora nem daqui, como uma portuguesíssima aberração.

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