domingo, 13 de novembro de 2016

They call it Lisbon.


Andei por Lisboa em plena uébe sâmite. Tendo em conta a histeria da imprensa local, fiquei um pouco desiludido. Claro que havia imensa gente pelas ruas, mas não senti o espírito inovador de que me falam. Senti, sim, o espírito da artista pimba e do galo de Barcelos que não acende. O espírito do nerd que organiza a coisa e cujo telemóvel falhou no momento crucial. O espírito ridículo do autarca que diz que não constrói muros, mas sim potnes.  As potnes devem ser isto, e parecem-se muito com muros:


Trump ficaria preocupado com esta corajosa e certeira crítica, caso soubesse dela - mas, infelizmente, a imprensa internacional nunca se referiu a este evento único e marcante que foi a Lisbon uébe sâmite.

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