quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O futuro a Deus pertence

Passada a euforia com a vitória de Donald Trump, convém que a malta comece a preocupar-se com o perfil humano e político do homem que, em breve, ocupará o cargo de Presidente dos Estados Unidos da América.
Refiro-me a Michael Richard Pence, o candidato a vice-presidente, que substituirá o «impeachado» Trump logo que a este ardam os muitos rabos de palha que tem no seu currículo. Não sei quando (em maio? setembro? de 2017), mas parece-me inevitável. No limite, as câmaras do parlamento federal (com maioria do Partido Republicano) correm com ele. Então, e quem é este homem, este Pence? Sirvo-me de um texto da agência LUSA:
O governador do estado norte-americano do Indiana Mike Pence - um político tradicional com credenciais legislativas e executivas - será o número dois de Donald Trump na Casa Branca. 
Quando aceitou em meados de julho a nomeação para ser o vice-presidente do multimilionário, o conservador Mike Pence, de 57 anos, foi descrito como um homem (...) que ia agradar à ala evangélica do eleitorado republicano. 
Nesse mesmo mês, um artigo do jornal The New York Times indicava que Mike Pence descrevia-se como «cristão, conservador e republicano, por esta ordem de importância». 
Intransigente sobre questões como o aborto e o casamento homossexual, Pence esteve 12 anos no Congresso norte-americano -- o que lhe dá uma experiência política valiosa para Trump -- e é governador do estado do Indiana desde 2013.
Durante o período em que esteve em Washington, liderou o Republican Study Group, um «think thank» (grupo de discussão) conservador, próximo do Tea Party, o movimento ultraconservador muito influente no Partido Republicano.
(...)
A palavra inglesa penny (atualmente, a centésima parte de uma libra esterlina) tem, desde o século 16, duas formas de plural: pence e pennies. Parece-me que o facto de pence e pénis serem praticamente sinónimos diz tudo sobre este beato.


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