quarta-feira, 9 de novembro de 2016

E agora, fugimos para Marte?


Ao que parece, a única reação possível será: «Querida, faz as malas, que vamos fugir para Marte!»

Venha aí o que vier, esta escolha do povo americano é um KO nos gurus das redes sociais e nos arrogantes que nos anunciaram a superioridade da raça chique. E deixa uma boa questão: porque decidiu a «imprensa séria» suicidar-se, fingindo olhar para o outro lado enquanto Trump ia crescendo?

2 comentários:

  1. Se a gente resistiu ao Brexit, porque é que não há-de resistir à América profunda?
    O que é preciso é calma: não há-de ser nada. Além de que os chineses até querem as Lajes, ao que parece. Bastará que os açoreanos aprendam mandarim.

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    1. A coisa é grave, não porque os americanos elegeram quem lhes apeteceu eleger, mas porque a corrupção que grassa nos meios de comunicação social se mostrou ainda mais profunda do que parecia.

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