segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Uma razia

Esta semana foi nefasta para as artes plásticas portuguesas. Foi-se Mário Silva, em Coimbra. Foi-se José Luiz da Rocha, dito Darocha, em Paris. E foi-se José Rodrigues, aqui, do outro lado da Circunvalação, debaixo dos meus olhos distraídos.
Não conhecia a obra nem a vida dos primeiros. Com José Rodrigues é diferente, o homem está em todo o lado. Passámos, em 2004, na cidade de São Tomé, bons momentos, bem regados e ainda mais polemizados (devido à presença, na mesma mesa, de um vulto do futebol nacional nortenho e de um jornalista que "encarnava" a verdade desportiva sulista). Ele bem insistia, mas eu não conseguia chamar-lhe "Zé". Era grande demais para isso.


2 comentários:

  1. Fez bem lembrar José Rodrigues. Embora eu não o tenha expressado, lamentei muito a sua perda.

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