sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Pilosidades confidenciais (não, isto não é sobre pentelhos)

Hoje de manhã li duas notícias insólitas no Observador.

Primeiro, uma matéria sobre segurança, segredos, espionagem, empresas privadas, intelligence...  


Logo depois, uma notícia mais política: sobre o mesmo assunto, o Bloco de Esquerda quer saber se há antigos espiões portugueses a vender segredos a políticos e empresários.


Dois aspetos captaram a minha atenção:

1. O BE pergunta AO GOVERNO se há espiões a vender segredos?!? Mas o BE ignora que para vender segredos (e não só) não é necessário haver espiões, pois os próprios políticos, designadamente os que passam pelos governos, têm o monopólio desse negócio? Aliás, nessas circunstâncias, nem chega a haver políticos E empresários: eles são a mesma coisa.

2. Há uma perturbadora semelhança pilosa entre os dois espiões-empresários apresentados na primeira notícia e o próprio José Manuel Pureza, o porta-voz do BE para este assunto. A barba e o cabelinho não enganam: será a dupla de espiões, afinal, composta por Pureza (com o cabelo pintado) e, digamos, por José Pacheco Pereira (idem)? Afinal, lá bem informados parecem eles.

2 comentários:

  1. Quanto a informações, eu acho que o melhor tendeiro ainda é o Marques Mendes, que é lavadinho de cara e parece um anjo.

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    1. Mas há uma diferença: estes vendem coisas do passado, requentadas. Marques Mendes é mais do tipo vidente parapsicólogo.

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