domingo, 1 de maio de 2016

Mateus


Somos recebidos pela sereia de Cutileiro que, despudorada, se oferece aos visitantes. Em segundo plano, o palácio barroco mostra-se, ufano no seu mau gosto.

Nem o dia luminoso evita que pense em coisas que envergonham a minha alma transmontana. Mateus é uma delas. Outra é uma certa mesquinhez das gentes.


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