sexta-feira, 6 de maio de 2016

A estrondosa queda do governo de António Costa

Pronto. Não foi o comunismo, o radicalismo bolivariano, a reversão das privatizações, o aumento dos impostos, da dívida e do défice público, o fim do acesso dos mais pobres a uma educação de qualidade ou o aperto à liberdade de expressão. Nada disto foi suficiente para derrubar um governo de organizações colocadas no poder pela matemática eleitoral. Mas agora, quando este amigo de João Soares, e por acaso, presidente do CCB depois de o governo socialista sanear o anterior sem grandes contemplações, este representante do Tempo Novo, vem insultar os portugueses, pelo menos os que são boas pessoas, e as suas famílias de quatro patas, vamos ver se a coligação e Costa resistem à pressão das ruas. Eu aposto que não, e estou já à espera do PAN para fazer da sua a voz desta maioria barulhenta.



À questão das toiradas ainda escapava, com aquele argumento da coisa cultural, e de que os «aficionados», afinal, são os que gostam mais de animais. Mas acusar os bons portugueses de insensibilidade para com as criancinhas? Insinuar que os bons portugueses têm ligeiras disfunções mentais? Que, no fundo, são uns pobres diabos solitários? Não, isso não, senhor boy nomeado por este governo!


1 comentário:

  1. Realmente, a História, às vezes, repete-se...
    Socorro-me do precedente Tordo, em 1973, que cantou a Lide cerca de um ano antes do 25.

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