segunda-feira, 11 de abril de 2016

Um pressentimento


Parece-me que alguma coisa vai desfazer-se, cair de podre. Não tenho a certeza, é só um pressentimento, mas receio estar a ver os sinais.
O primeiro-ministro de agora tem, como o outro, um «amigo» especial, o Diogo. Este parece que não lhe empresta dinheiro, só faz uns favores. É o «negociador». Os dois amigos divertem-se, dividindo os bancos entre espanhóis e angolanos. E querem criar um novo «banco mau». E violam contratos e concursos, entregando empresas públicas aos companheiros de brincadeira, aqueles que num dia usam avental e no outro batina, mas sempre por cima de fato e gravata.
As novas amigas dos dois amigos soltam gritinhos, entre o excitadas e o zangadas com as tropelias dos moços. O professor finge-se divertido, pois assim ninguém repara que, afinal, não tem nada para ensinar, só gosta é de estar em frente ao quadro negro. A imprensa trata-os com tolerância e, até, estímulo, seguindo as instruções dos seus donos, a quem convém que a brincadeira dos dois amigos vá distraindo os passantes.
Mas, e este novo amigo do novo primeiro-ministro, será mesmo quem parece? Por detrás dele, mexendo os cordelinhos, não estará um velho conhecido, um Padrinho severo? Daqueles que não andam a brincar e apenas são tementes de Deus Nosso Senhor?



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