sexta-feira, 22 de abril de 2016

O meu con-Tributo

Prince atuando na Califórnia, em 1985 (Liu Heung Shing/Associated Press)

Como sempre, há algum exagero no elogio póstumo da imprensa a Prince. Ele foi, é, importante, e fez algumas músicas geniais, que talvez o venham a tornar imortal. Ponto.

Eu gostava dele, especialmente quando começou. Lembro-me ainda de uma frase do CJ Saraiva, em meados dos anos oitenta do século passado: «um dia, havemos de ver o Michael Jackson numa loja, de óculos escuros e tentando passar despercebido, a comprar um disco do Prince». Embora, hoje em dia, já quase ninguém compre discos, no caso de Prince isto ainda seria verdade, pois ele não vendia música nos iTunes nem Spotifys, e mesmo no You Tube é difícil encontrar boas gravações.

Era assim, Prince, um salto em frente sem sair deste mundo, e que se estranhava sempre um bocadinho. Mas depois a música começava.


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Este é o meu con-tributo para o que o Inimigo Público chama o campeonato «eu sou mais fã de Prince do que tu» das redes sociais.


2 comentários:

  1. Abril tem sido um mau mês para os Gémeos... Tive um familiar amigo, também do signo, que faleceu há dias, com apenas 39 anos...
    A ver se nós conseguimos escapar...

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    Respostas
    1. Eu ando aqui com uma dorzita abaixo das costelas... Não sei, não...

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