terça-feira, 15 de março de 2016

palavras para um sonho



Augusto de Lima, Penedo Durão, 1989

2 comentários:

  1. Wow! WOW! Adorei. Li e reli e voltei a reler. Belo, musical, essencial. E não é fruto onírico. É fruto da consciência livre e desperta!

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    1. Não costumo lembrar-me dos detalhes dos meus sonhos - que os terei, como todos! Os que me lembro, normalmente, incluem sítios altos, vertigens, coisas que caem e terminam numa loooooonga queda, em que nunca chego a esborrachar-me. Pairo, eternamente, a uns centímetros do solo. Desta vez, ficou também a impressão de bichos nojentos que formavam uma pasta viscosa que me cobria os pés. Horrível, não conseguia escapar, e lá acabei a cair num precipício.

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