segunda-feira, 28 de março de 2016

Esplendores e misérias dos cortesãos



Para mostrar que «há valores permanentes acima das conveniências conjunturais», o Estadista convocou uma cerimónia da Corte.

Mostrando que «a história, a memória, a cultura e a identidade de Portugal não são valores efémeros, dispensáveis, instrumentais ou secundários», o Estadista, os cortesãos e as cortesãs beijaram-se as mãos.

Como «a política faz-se com pragmatismo, mas, antes disso, faz-se com valores e princípios», o Estadista repôs o feriado do Corpo de Deus.




Fotografias de Enric Vives-Rubio, no Público.

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