sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O Estado Corporativo não é o do Marcelo...

Há umas semanas, andava eu com muito medo dos comunistas no governo, diziam-me as vozes sempre avisadas do lado esquerdo: não sejas alarmista, não sejas demagogo, não sejas parvo.
Hoje, afinal, são essas mesmas vozes que praticam o «tiro ao Marcelo», esse fascista, o protegido do outro Marcello (Caetano). Vale tudo, até fotomontagens foleiras.
Acho que, ainda assim, há uma diferença: no Parlamento, a maioria de «esquerda» será uma boa proteção contra os abusos totalitários do popular comentador. E ele até foi receber beijinhos à Festa do Avante, pelo que concluo que o Povo o considera mais de esquerda do que os burgueses que o atacam.
Pelo contrário, do lado dos comunistas não param de chegar notícias. Parece que vamos voltar a ser «acionistas» de uma empresa de transportes coletivos e de uma companhia aérea de Lisboa, para usufruto de certas «corporações». E que agora, para decidir sobre feriados, pedimos humildemente à «Santa Sé» que nos dê a sua permissão.



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