segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Diário de Nutícias


Acabo de ver isto que transcrevo mais abaixo na caixa de comentários do Diário de Notícias online. São as reações dos leitores médios (como diria António Guerreiro) a uma notícia sobre declarações de um qualquer estadista xenófobo de Leste (Milos Zeman, Presidente da República Checa: É "virtualmente impossivel" integrar muçulmanos na Europa).

Não são os leitores que estão em causa. Afinal, são portugueses, e em Portugal não ser assim é quase milagre. Quem deve ser apontado a dedo é o jornal. O pasquim, indigno de uma sociedade livre e democrática, indigno dos seus pergaminhos, indigno de algumas pessoas que ali escrevem.
Infelizmente, não é caso único.

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Manuel Ramos - Istituto Internazionale
los musulmanos jamais se adaptam ha' cultura ocidental pois eles aqui na europa fazem o que nos' nao podemos fazer nos paises arabes pois aos catolicos nos metem na carcel e nos perseguem e nos espulsam pois nem existem igrejas nos paises arabes e so' existem mesquitas
Ambrosio Lince
Disparate pegado. Deve ser difícil ser cristão na ASaudita, mas essa é dos "bons"...
Quanto aos muçulmanos na Europa, chama o quê aos bósnios? Aos kosovares? Aos milhões de muçulmanos noutros países, que vivem na sociedade sem que se dê por eles nem isso interesse?
Ramiro - Nova Iorque
Esse é um dos factos que são ignorados pela cambada xenófoba. Só lhes interessa espalhar meias verdades e invenções que lhes "dão razão".
Manuel Pires - Escola de Sargentos do Exército
Ambrosio Lince es mesmo burro
Mosqueteiros Mosqueteiros
Ramiro o problema ë a diferenca cultural entre europeus e OS mulcumanos do mëdio oriente, a religiao nao tem nada a ver. OS cristaos da Nigeria tambem São diferentes na maneira, de prestar culto cristaos. A questao ë cultural, nao encaixam, so poderia, funcionar SE OS refügiados, estiveram interessados a fazelo, o que a maior Partei das vezes nao acontece, queren o nivel de vida dos europeus, maß queren continuation com a cultural deles sem cedencias, ramadao, rezar 5 vezes AO dia, AS mulher nao São respeitadas( falo por experiencia propria), e por ai fora...EM Roma SE romano, o senhor tambem ë Emigranten? EU tambem,.convive diariamente com a cultural mulcumano? Nao sei, mas a realidade ë outra , nao ë xenofobia, ë um facto.
Diogo Mendes - Montijo
Ramiro Cambada quê?!!!!
Lino Lopes
Penso q o problema é outro, e é mais grave.
De modo semelhante ao dos ciganos, esta gente pretende, e só aceita isso, q sejamos nós a integrar a "religião" deles.
Alfredo Curado - Joanesburgo
O Presidente Milos Zeman é um líder que defende a Europa - não abre as pernas nem dá o cú sob a pressão exterior.
Todos nos apercebemos que isto é uma campanha muito bem engendrada para colonizar a União Europeia.
A Chanceler Merkel - abriu-se toda, sófaltou descacar-se para receber estes selvagens.
Quem no futuro, se for possível, virásalvar a Europa serão homens como Milos Zeman ou Presidente Putin - que não cairam na armadilha - que tem um marketing bem montado - usando a fotografia de uma inocente criança - morta na invasão - para cativar corações.
Europeus é tempo de abrir os olhos despertar e correr com essa corja para os países de origem ou então para os vizinhos da Síria.
Fernão Magalhães
É lamentável que um fulano da extrema direita tenha razão no que diz - porque não se ficará por aqui.Os políticos de centro esquerda, na Europa, só dizem baboseiras, parvoíces, sobre a actual invasão islâmica da Europa.
Ramiro - Nova Iorque
A sua cidade já foi invadida? Já o converteram? A sua mulher, filhas e vizinhas já andam de burka? Quantas bombas já explodiram ao pé de sua casa?
Manuel Pires - Escola de Sargentos do Exército
Ramiro va para a ARABIA SAUDITA
Diogo Mendes - Montijo
Ramiro Calma, tudo iso acontecerá mais cedo do que tarde. Para 2017 é inaugurada mais uma mesquita em Lisboa. E já vamos vendo umas mulheres entrapadas na rua.
Diogo Mendes – Montijo
O homem apenas disse o óbvio.
 

2 comentários:

  1. Este desarrazoado de grunhidos, de algum modo, revela uma perspectiva das "gentilezas" da democracia levada às suas últimas e nefastas consequências, por parte de um Jornal, que devia domar a sua complacência e introduzir alguns mecanismos de decência (ortográfica, por exemplo).
    A quem servirá este espectáculo indigente? À catarse de uns quantos indivíduos? E com que direito e vantagens colectivas? Que se espolinhem e grunham em casa...
    Até porque creio que, quem assim se expressa tão desconjuntadamente, também deve ter a mioleira muito desalinhada.
    E um jornal, que até era de referência, devia ter algum pudor e critério.

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    1. Até eu, um libertino da linguagem, fico abananado.

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