sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A vergonha húngara

António Costa, candidato do Partido Socialista a deputado pelo círculo eleitoral de Lisboa e putativo primeiro-ministro de Portugal, a partir de outubro de 2015, disse isto sobre os desgraçados que fogem à morte e à miséria (citado no Público, 4 de setembro de 2015):


Terei muita vergonha de ser representado por este indivíduo. E temo as próximas medidas: presos a limpar as bermas das estradas, os inúteis dos reformados a puxar charruas nas terras abandonadas, os desempregados a guardar os presos que andam a limpar as estradas, etc. A menos, claro, que os refugiados Sírios, que quase não têm floresta lá na terra deles, se revelem inaptos para esta missão tão nobre que é a de pagar, com trabalho escravo, o respeito e a compaixão que merecem. Nesse caso, talvez possam ser eles a limpar as bermas.

2 comentários:

  1. O que me alimenta a esperança de um futuro melhor, no meio desta corja ignóbil de políticos imbecis, é a existência de uma minoria que não perdeu a humanidade e a sensatez e da qual o caro Artur faz parte!

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    1. ... ui, sensato, eu? Tenho que me corrigir... ;-)

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