segunda-feira, 27 de julho de 2015

Um pêssego

Hoje, vi, apalpei, cheirei e comi o melhor pêssego da minha vida. Ou, para não desiludir as memórias da infância ou ser injusto para algum pêssego excelso que, entretanto, tenha comido, este foi o melhor das duas últimas décadas. Tenho que o dizer.

A casa tresanda ao aroma dele. Ou melhor, do irmão, que está aqui à minha frente. Tremo só de pensar no seu interior sumarento.




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