sábado, 18 de julho de 2015

Tangerinas


1992. Abecásios, georgianos, chechenos e russos aos tiros uns aos outros, enquanto grunhem filosoficamente sobre o ódio e a concórdia. No meio, alguns estónios, bálticos de sangue frio nas margens fervilhantes do Mar Negro, que cultivam tangerinas. Isso, e a fotografia de uma ausente rapariga loura.
O império soviético deixou destas coisas, que deram um filme que vale a pena ver. Sim, ainda há cinema, nem tudo é a nova e enjoativa vaga hispânica de Hollywood. Este é uma coprodução georgio-estónia de 2013, realizado por Zaza Urushadze.


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