terça-feira, 14 de julho de 2015

O cão amarelo

Este ano, em agosto, visitarei novamente Concarneau, na Bretanha. É lá que Simenon fez Maigret passar uns dias, desvendando o caso do cão amarelo. Na viagem para lá, lerei o livro novamente, para depois tentar reconhecer os sítios - ou melhor, os ambientes, as atmosferas. Neste caso, já o confirmei, não se trata de uma história muito gastronómica. Alguns momentos, até rotinas, das refeições do Comissário são importantes na trama, mas Simenon raramente nos descreve o que ele come. Parece-me recordar, pelo menos, um pão com chouriço, numa noite de vigilância.


Em Concarneu realiza-se, em dias próximos, um festival de "polar" (cinema, banda desenhada e literatura policial, com conferências, debates, exposições, etc.) Naturalmente, o livro de Simenon paira por ali, e, não sei se só desta vez, se sempre, o cão amarelo está no cartaz. Não assistirei ao festival, porque ainda estarei longe e porque raramente assisto a festivais.


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