sábado, 27 de junho de 2015

Resumo do dia

1. Grécia
A Grécia não precisa de um referendo, mas sim de eleições. Ou, então, os restantes povos europeus - sim, eles existem, e também são gente! - devem ser igualmente consultados. A pergunta a fazer-lhes: devem os nossos governantes continuar a negociar com o Syriza, sabendo que é do dinheiro dos nossos impostos que se trata?

2. Mais Grécia
Os honoráveis defensores da Grécia, ou os inimigos da Europa (neste momento são mais ou menos a mesma coisa), continuam a confundir a deusa Palas Atena com palas nos olhos. Pacheco Pereira, um radical intolerante, é o melhor exemplo.

3. Alemanha
Era um jogo de futebol (europeu de sub 21), eram onze contra onze e, no final, os portugueses espetaram cinco a zero aos alemães. O árbitro era o senhor Anastasios Sidiropoulos, da Grécia.

4. Jantar
Fiz amêijoas duplas: cozinhadas num molho de vinho, tomate, alho e manjericão, sobre uma mão cheia de esparguetes; e à Bolhão Pato. Digo Bolhão, e não Bulhão, porque preciso de usar uma linguagem de choque: estavam boas como o c...


2 comentários:

  1. Sobre o ponto 4. ( E em relação com o comentário que fez no meu Blogue.)
    Com a idade, tenho vindo a preferir os brancos aos vinhos tintos. E, no Verão, décadas de fidelidade ao Vinho Verde, branco. De há 5 anos a esta parte, comecei a cansar-me do Verde (note que foi o primeiro vinho que bebi, embora tinto, na minha vida.) Despedi-me com o "Muralhas" (Alvarinho e Trajadura) e há mais de 2 anos que não bebo Vinho Verde, nem tinto, nem branco. Excepção para o "Deu-la-Deu", que não é bem verde, por Alvarinho estreme. E que, para mim, é um "must", com peixe de qualidade, ou marisco.
    Desejo-lhe um bom domingo, sem a Grécia a apoquentá-lo!..:-)

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    1. Não tenho raízes no Verde, mas no Douro e no Dão. Aprecio muito a forma como os brancos durienses evoluíram nos últimos anos. Sou eclético em termos de cores e até me pelo por um bom rosado. Sim, gosto até do Mateus Rosé, um vinho que considero bom. Tenho a Sogrape em boa conta, e esta experiência de ontem foi isso mesmo. Confirmei que a casta que me mantém o gosto pelos Verdes é a Loureiro, seja com Trajadura, com Alvarinho ou até em vinhos monocasta - é a única que aprecio isolada. Sendo que, para mim, a Alvarinho - sacrilégio! - é muito mal aproveitada, maltratada até, no Minho...

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