domingo, 14 de junho de 2015

Mota Ribeiro

Anabela Mota Ribeiro é uma senhora que eu ouvia, ocasionalmente, quando trabalhava na Rádio Nova (Porto). Depois foi para Lisboa, casou com um ex-ministro da Cultura e hoje é uma respeitada guru cultural da Lisboa provinciana e dos subúrbios portuenses. A sua carreira está descrita, na primeira pessoa, nesta entrevista.
Hoje, num dos periódicos onde escreve (o Público, vejam lá...), AMR entrevista uns humoristas (Markl, Nogueira e Melo). A sua primeira pergunta termina assim: "... O meu (dilema) é: não poder rir nunca mais na vida ou viver para todo o sempre, não com uma nêspera, mas com uma nespereira no cu".
A minha pergunta é: e porque não um limoeiro?


PS tardio para os mais puristas: eu sei que os referidos humoristas têm um "podcast" (em bom português) que se chama "Uma nêspera no cu", de grande sucesso. Aliás, toda a entrevista anda à volta disso. A expressão de AMR não é completamente descabida. Só me deixou aquela dúvida.

3 comentários:

  1. O meu amigo, também sabe as fofocas todas!... Sabia eu lá que a senhora tinha sido aculturada, nupcialmente!?
    Seja como for ( hoje, mais uma vez, não consegui comprar o "Público"), para ser justo, eu diria que já lhe li algumas, boas, entrevistas.
    Mas estou consigo: gosto muito mais de limoeiros, do que de nespereiras...
    Bom resto de domingo!

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    Respostas
    1. Esta entrevista nem é má, só começa com aquela minha perplexidade: porquê a árvore, e não o fruto?
      (Coloquei um PS tardio, para os que não estão dentro do assunto: os tais humoristas têm um programinha que se chama "Uma nêspera no cu". Coisa de lisboetas, porque já se sabe que a palavra correta é magnório).
      Creio que não é fofoca: a senhora casou (não sei se já descasou) com um antigo ministro chamado Pinto Ribeiro, e desde então há muito bom intelectual de subúrbio que a cita como uma voz autorizada. O blogue dela é um local onde les beaux esprits se rencontrent para mandar umas larachas.

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    2. Já agora, acrescento que, ao que parece, o António não é um bruto, como o Manuel Maria.

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